First Data divulga resultados financeiros do primeiro trimestre de 2017

São Paulo, 8 de maio, 2017 - A First Data Corporation (NYSE: FDC), líder global em tecnologia e soluções de comércio, anunciou no dia 8 de maio os resultados financeiros do primeiro trimestre, encerrado em 31 de março de 2017. A receita consolidada no primeiro trimestre foi de US$ 2,8 bilhões, aumento de 1% ante o ano anterior, excluindo os impactos monetários. A receita total do segmento foi de US$ 1,7 bilhão no trimestre, aumento de 2% em relação ao ano anterior, ou 3%, excluindo os impactos da moeda e a alienação do negócio com a Australian ATM, ocorrido no final do terceiro trimestre de 2016.

Para o primeiro trimestre de 2017, o lucro líquido atribuível à First Data foi de US$ 36 milhões (ou US$ 0,04 por ação diluída), comparado à perda líquida de US$ 56 milhões no o mesmo período do ano anterior. Os resultados do primeiro trimestre de 2017 incluem US$ 56 milhões de encargos de extinção de dívidas, enquanto o período do ano anterior incluiu US$ 46 milhões de encargos de extinção de dívidas e US$ 52 milhões de custos de remuneração baseados em ações.

O lucro líquido ajustado, que modifica o lucro líquido de itens como taxas de extinção da dívida, compensação baseada em ações, amortização de intangíveis de aquisição, custos de reestruturação e outros itens, foi de US$ 258 milhões (ou US$ 0,28 por ação diluída), acréscimo de US$ 38 milhões ou 17%, para US$ 220 milhões no período do ano anterior, impulsionado por melhores resultados operacionais e menor despesa com juros.

O lucro total do segmento antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA total do segmento) no primeiro trimestre de 2017 foi de US$ 651 milhões, aumento de 2% em relação ao ano anterior, ou 4% excluindo os impactos da divisa e a alienação da Australian ATM. A margem EBITDA total do segmento reportado melhorou 10 pontos base para 37,7% no trimestre.

"Nós entregamos mais um trimestre de crescimento sólido dos lucros, conforme nossos esforços para aumentar receita, gerenciar custos e melhorar nossa estrutura de capital estão aparecendo em nosso resultado final", disse o presidente e CEO da First Data, Frank Bisignano. "Continuamos a fazer progressos constantes em iniciativas importantes, como a expansão da nossa presença no espaço empresarial, a melhoria contínua das bases do nosso negócio de SMB direto na América do Norte e o crescimento de nossa franquia internacional. Reiteramos nossa orientação financeira previamente fornecida para 2017 e em médio prazo", acrescentou Bisignano.

Resultados do Segmento
Global Business Solutions (GBS)

A receita do segmento de GBS no primeiro trimestre de 2017 foi de US$ 971 milhões, aumento de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior, ou 3%, excluindo os impactos da divisa e a alienação da Australian ATM. Dentro das regiões geográficas, a receita da América do Norte, de US$ 751 milhões, aumentou 2% em relação ao ano anterior, beneficiando-se do crescimento de 7% das transações. A receita da EMEA foi de US$ 127 milhões, queda de 9%, ou retração de 3%, excluindo os impactos cambiais, impulsionados principalmente pela não recorrência das mudanças benéficas no período anterior, parcialmente compensadas pelo crescimento das transações. A receita da América Latina foi de US$ 59 milhões, alta de 59%, ou 52% excluindo os impactos cambiais, impulsionada pelos fortes resultados no Brasil e na Argentina. A receita da APAC foi de US$ 34 milhões, queda de 17%, ou crescimento de 10%, excluindo os impactos da moeda e da alienação da Australian ATM, impulsionado principalmente pelo crescimento na Índia.

As despesas do segmento de GBS no primeiro trimestre de 2017 foram de US$ 589 milhões, aumento de 2% em relação ao período do ano anterior, ou 4%, excluindo os impactos cambiais e a alienação da Australian ATM.

EBITDA do primeiro trimestre de 2017 do segmento GBS foi de US$ 382 milhões, aumento de 2% em relação ao período do ano anterior, ou de 3%, excluindo os impactos da moeda e da alienação da Australian ATM. A margem EBITDA do segmento caiu 10 pontos base, para 39,3% no trimestre.

Global Financial Solutions (GFS)

A receita do segmento GFS no primeiro trimestre de 2017 foi de US$ 393 milhões, aumento de 2% em relação ao ano anterior, ou 5%, excluindo os impactos cambiais. Dentro das regiões geográficas, a receita da América do Norte, de US$ 236 milhões, cresceu 1%, com o crescimento das receitas de processamento e impressão parcialmente compensados pelo declínio na receita de personalização de cartões. O número de contas com cartões do segmento GFS na América do Norte cresceu 7% ano a ano. O lucro do EMEA foi de US$ 101 milhões, queda de 2%, ou acréscimo de 9%, excluindo os impactos cambiais, principalmente impulsionado por novos negócios e crescimento interno, especialmente no Reino Unido. A receita da América Latina foi de US$ 33 milhões, alta de 6%, ou 8% excluindo os impactos cambiais, impulsionada pelo crescimento na Argentina e na Colômbia, parcialmente compensada por um impacto não-recorrente de uma resolução sobre taxa de licenciamento previamente divulgada, ocorrida no mesmo período do ano passado. A receita da APAC foi de US$ 23 milhões, alta de 28%, ou 25%, excluindo os impactos cambiais, impulsionada principalmente pelo crescimento na Austrália.

As despesas do segmento GFS no primeiro trimestre de 2017 foram de US$ 238 milhões, 3% acima do ano anterior, ou 6%, excluindo os impactos cambiais.

EBITDA do segmento GFS no primeiro trimestre de 2017 foi de US$ 155 milhões, estável em relação ao ano anterior, ou crescimento de 3%, excluindo os impactos cambiais. A margem EBITDA do segmento caiu 80 pontos base para 39,4% no trimestre.

Network & Security Solutions (NSS)

A receita do segmento NSS no primeiro trimestre de 2017 foi de US$ 361 milhões, um aumento de 3% em relação ao ano anterior. A receita da Stored Value viu crescimento de um dígito, assim como a receita de Segurança e Fraude, enquanto as receitas da EFT ficaram estáveis.

As despesas do segmento de NSS no primeiro trimestre de 2017 foram de US$ 205 milhões, 2% acima do ano anterior.

EBITDA do segmento NSS no primeiro trimestre de 2017 foi de US$ 156 milhões, aumento de 3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem EBITDA do segmento melhorou 30 pontos base, para 43,2% no trimestre.

Fluxo de caixa

No primeiro trimestre de 2017, o fluxo de caixa de operações foi de US$ 421 milhões, aumento de 9% em comparação com os U$ 386 milhões no período do ano anterior. O fluxo de caixa livre, que a First Data define como fluxo de caixa operacional, menos despesas de capital e distribuições para participações minoritárias e outros, foi de US$ 261 milhões no trimestre atual, aumento de 24% em relação a US$ 211 milhões no ano anterior, impulsionado principalmente pela melhora nos resultados operacionais e capital de giro.

Estrutura de Capital

O total de empréstimos até 31 de março de 2017 aumentou para US$ 18,6 bilhões, de US$ 18,5 bilhões em 31 de dezembro de 2016, impulsionado pela formação de capital lease durante o trimestre. A dívida líquida em 31 de março de 2017 caiu US$ 30 milhões para US$ 18,1 bilhões, de US$ 18,2 bilhões em 31 de dezembro de 2016.

Conforme divulgado anteriormente, em janeiro de 2017, a empresa fechou um novo empréstimo no valor total de US$ 1,3 bilhão com taxa de juros LIBOR mais 200 pontos base e vencimento em junho de 2020. Os valores desses empréstimos e outros fundos foram usados para resgatar toda a dívida sênior de US$ 1,4 bilhão a taxa de 6,75% que venciam em 2020, juntamente com taxas e despesas relacionadas. Em conexão com esta transação, a empresa registrou aproximadamente US$ 56 milhões em perdas por extinção de dívidas.

Em 26 de abril de 2017, a First Data fechou um novo empréstimo em longo prazo de US$ 4,2 bilhões, com uma taxa de juros LIBOR mais 250 pontos base, com vencimento em abril de 2024. Os valores do empréstimo foram usados para resgatar uma dívida de US$ 4,2 bilhões com uma taxa de juros LIBOR mais 300 pontos base com vencimento em março de 2021.

Medidas não-GAAP

Para complementar as demonstrações financeiras consolidadas da companhia apresentadas de acordo com os princípios contábeis geralmente aceitos, ou USGAAP, a empresa utiliza medidas não-USGAAP de determinado desempenho financeiro. Estas medidas não-USGAAP incluem a receita e a despesa total do segmento, o EBITDA e a margem EBITDA total do segmento, o lucro líquido ajustado, o lucro líquido ajustado por ação diluída, o fluxo de caixa livre e a dívida líquida. A empresa incluiu medidas não-USGAAP, pois a gerência acredita que elas ajudam a facilitar comparações dos resultados operacionais da empresa entre os períodos. A empresa acredita que as medidas não-USGAAP fornecem informações úteis para a administração e usuários de nossas demonstrações financeiras ao excluir determinadas despesas, ganhos e perdas que podem não ser indicativos de seus principais resultados operacionais e perspectivas de negócios. Ao divulgar comparações ano a ano, a empresa optou por apresentar medidas não-USGAAP porque acredita que essas fornecem aos usuários de nossas demonstrações financeiras uma base consistente para revisar o desempenho da empresa em diferentes períodos.

Essas medidas não-USGAAP não estão de acordo com as medidas preparadas de acordo com as USGAAP, ou são alternativas, e podem ser diferentes das medidas não- USGAAP usadas por outras empresas. Além disso, essas medidas não-USGAAP não se baseiam em nenhum conjunto abrangente de regras ou princípios contábeis. As medidas não-USGAAP têm limitações porque não refletem todos os valores associados aos resultados das operações da empresa, conforme determinado de acordo com as USGAAP. Essas medidas devem ser usadas apenas para avaliar os resultados das operações da companhia em conjunto com as medidas USGAAP correspondentes.

A reconciliação com a medida USGAAP mais diretamente comparável de todas as medidas não-USGAAP pode ser encontrada nos quadros incluídos neste comunicado de imprensa.

A empresa exclui determinados itens e outros ajustes do faturamento total do segmento, despesa e EBITDA total do segmento, margem EBITDA total do segmento, lucro líquido ajustado e lucro líquido ajustado por ação diluída.

O lucro líquido ajustado é uma medida financeira não-USGAAP, usada pela administração, que fornece uma visão adicional sobre o desempenho. O lucro líquido ajustado exclui a amortização de intangíveis relacionados à aquisições, remuneração baseada em ações, custos de reestruturação e outros itens que afetam a comparabilidade e, portanto, fornece uma compreensão mais completa do desempenho operacional contínuo. A administração acredita que a apresentação do lucro líquido ajustado proporciona aos usuários de nossas demonstrações financeiras maior transparência nos resultados de operações em curso, permitindo que eles melhor comparem nossos resultados de período a período.

A empresa utiliza o fluxo de caixa livre, uma medida não-USGAAP. O fluxo de caixa livre é definido como o fluxo de caixa operacional menos despesas de capital, distribuições às participações minoritárias e outros. A companhia considera o fluxo de caixa livre como uma medida de liquidez que fornece informações úteis aos administradores e usuários de nossas demonstrações financeiras sobre a quantidade de caixa gerada pela empresa, que pode ser usada, entre outras coisas, para reduzir a dívida em aberto.

A empresa também usa dívida líquida, uma medida não-USGAAP. A dívida líquida é definida como o total de empréstimos de longo prazo mais a parcela de curto e longo prazo de empréstimos de longo prazo, a valor nominal, excluindo linhas de crédito utilizadas para fins de liquidação, menos caixa e equivalentes de caixa. A empresa acredita que a dívida líquida fornece insights adicionais sobre seu nível e gerenciamento de alavancagem.

Determinadas medidas de receita neste release são apresentadas excluindo o impacto estimado de mudanças em moeda estrangeira (moeda constante). Para apresentar essas informações, os resultados mensais no período corrente para as entidades que declaram em moedas que não sejam dólares dos Estados Unidos são convertidos em dólares norte-americanos à taxa de câmbio média vigente durante o mês correspondente do ano fiscal anterior, em vez do câmbio médio real em vigor durante o ano fiscal em curso. Uma vez traduzido, cada mês no período é adicionado em conjunto para calcular os resultados do período corrente de moeda constante. A empresa acredita que o crescimento da receita é uma indicação fundamental de como a First Data está progredindo de período para período e a medida financeira de moeda constante não- USGAAP é útil para investidores, credores e outros credores, porque essas informações permitem medir o impacto das flutuações cambiais sobre a receita da empresa de período para período.

Dados da Companhia:

  • Receita consolidada do primeiro trimestre de US$ 2,8 bilhões, alta de 1%; Aumento de 1% excluindo impactos cambiais;
  • Receita total do segmento no primeiro trimestre de US$ 1,7 bilhão, alta de 2%; resultado chega a 3% quando excluídos os impactos cambiais e desinvestimento da Australian ATM;
  • Lucro líquido do primeiro trimestre de US$ 36 milhões, melhora de US$ 92 milhões; lucro por ação diluído de US$ 0,04;
  • Lucro líquido ajustado no primeiro trimestre de US$ 258 milhões, aumento de 17%; lucro por ação diluído ajustado de US$ 0.28;
  • EBITDA do segmento total no primeiro trimestre de US$ 651 milhões, alta de 2%; resultado chegando a 4% quando excluído os impactos cambiais e desinvestimento da Australian ATM;
  • Fluxo de caixa de operações no primeiro trimestre de US$ 421 milhões; fluxo de caixa livre de US$ 261 milhões.

Sobre a First Data

A First Data Corporation (NYSE: FDC) é líder global em tecnologia e soluções que permitem o comércio, atendendo aproximadamente seis milhões de locais de negócios e 4.000 instituições financeiras em mais de 100 países ao redor do mundo. Os 24.000 proprietários-associados da empresa são dedicados a ajudar as empresas, desde start-ups até as maiores corporações do mundo, a realizar comércio diariamente, garantindo e processando mais de 2.800 transações por segundo e US$ 2,2 trilhões por ano. 

 

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