First Data divulga resultados financeiros do 2o trimestre de 2017

  • Receita consolidada do Q2 de US$ 3 bilhões, aumento de 3%; alta de 4% excluindo os impactos cambiais;
  • Q2 registra receita total do segmento de US$ 1,8 bilhão, aumento de 3%; 5% excluindo impactos de divisas e a venda da subsidiária australiana de caixas eletrônicos.
  • Lucro líquido do segundo trimestre de US$ 185 milhões, 22% acima; EPS diluído de US$ 0,20, aumento de 18%;
  • Lucro líquido ajustado no segundo trimestre de US$ 378 milhões, 17% acima; EPS diluído ajustado de US$ 0,40, aumento de 14%;
  • Q2 registra EBITDA do segmento total de US$ 786 milhões, aumento de 5%; aumento de 7% excluindo impactos de divisas e a alienação do negócio australiano de caixas eletrônicos;
  • Fluxo de caixa operacional no segundo trimestre de US$ 580 milhões; fluxo de caixa livre de US$ 448 milhões;
  • Refinanciou cerca de US$ 8 bilhões de dívida desde o final do primeiro trimestre; aumento de securitização de recebíveis com taxa reduzida; redução anual de juros dessas atividades de aproximadamente US$ 50 milhões;
  • Adquiriu a CardConnect; assinou acordo para alienar negócios em países bálticos.

A First Data Corporation (NYSE: FDC), líder global em tecnologias e soluções para meios de pagamento, registrou receita consolidada de US$ 3 bilhões no segundo trimestre de 2017 quando comparado a igual período do ano anterior (aumento de 3% ou até 4% quando excluídos os impactos cambiais). A receita total no segmento foi de US$ 1,8 bilhão no trimestre encerrado em junho, elevação de 3% em relação ao 2o trimestre do ano passado, ou de até 5% quando excluídos os impactos da moeda e a venda do negócio australiano de caixas eletrônicos ocorrido no final do segundo trimestre de 2016.

O lucro líquido atribuível à First Data para o segundo trimestre de 2017 foi de US$ 185 milhões, ou US$ 0,20 por ação diluída. Isso representa um aumento de 22% em relação ao lucro líquido de US$ 152 milhões referente ao segundo trimestre de 2016, ou alta de 18% no lucro líquido por ação diluída de US$ 0,17 no mesmo período do ano anterior.

O lucro líquido ajustado, que altera o lucro líquido de itens como taxas de redução de dívidas, remuneração baseada em ações, amortização de intangíveis relacionados às

aquisições, custos de reestruturação e outros itens, foi de US$ 378 milhões ou US$ 0,40 por ação diluída. Isso representa um aumento de 17% em relação ao lucro líquido ajustado do segundo trimestre de 2016 de US$ 323 milhões, elevação de 14% no lucro líquido ajustado por ação diluída de US$ 0,35 no mesmo período do ano anterior. O aumento foi principalmente impulsionado pela melhoria dos resultados operacionais e pela menor despesa com juros.

O lucro total do segmento antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA do segmento total) no segundo trimestre de 2017 foi de US$ 786 milhões, alta de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior, ou até 7% excluindo os impactos da moeda e a venda da empresa australiana de caixas eletrônicos. A margem EBITDA do segmento total melhorou 100 pontos base, para 42,5% no trimestre.

"O segundo trimestre gerou receitas e ganhos recordes, enquanto continuamos a ver um bom impulso nos novos negócios e uma melhor retenção de clientes em nossos segmentos de negócio", disse o CEO da First Data, Frank Bisignano. "Ao entrar na segunda metade de 2017, estamos focados em iniciativas para dar continuidade ao bom momento dos nossos negócios globais, mantendo um equilíbrio adequado entre investir e gerir custos, ao mesmo tempo em que melhoramos o fluxo de caixa. Reiteramos nosso direcionamento do resultado financeiro para o ano de 2017, e também para o médio prazo", acrescentou Bisignano.

Resultados por Segmento

Global Business Solutions (GBS)

A receita do segmento GBS no segundo trimestre de 2017 foi de US$ 1,1 bilhão, aumento de 3% em relação ao mesmo período do ano anterior, ou até 5% excluindo os impactos da moeda e a alienação da australiana ATM. Nas regiões geográficas, a receita da América do Norte foi de US$ 826 milhões – alta de 1% em relação ao mesmo período do ano anterior, já que o crescimento da receita em JV foi parcialmente compensado por uma queda antecipada na receita JV. A receita da EMEA foi de US$ 140 milhões, alta de até 6% quando desconsiderado os impactos cambiais, impulsionados principalmente pelo crescimento no Reino Unido e na Alemanha. A receita da América Latina foi de US$ 64 milhões, alta de 56%, ou acima de 60%, excluindo impactos cambiais, impulsionados por fortes resultados no Brasil e na Argentina. A receita da APAC foi de US$ 36 milhões, queda de 12%, ou aumento de 13% excluindo os impactos da moeda e a alienação da empresa australiana de caixas eletrônicos, principalmente impulsionada pelo crescimento na Índia.

As despesas do segmento GBS no segundo trimestre de 2017 foram de US$ 583 milhões, queda de 1% em relação ao mesmo período do ano anterior, ou 1% acima excluindo os impactos da moeda e a alienação da Australian ATM. O EBITDA do segmento de GBS no segundo trimestre de 2017 foi de US$ 483 milhões, aumento de 8% em relação a igual período do ano anterior, ou 9% excluindo os impactos da moeda e a alienação da empresa australiana de caixas eletrônicos. A margem EBITDA do segmento melhorou 210 pontos base para 45,3% no trimestre.

Global Financial Solutions (GFS)

A receita do segmento no segundo trimestre foi de US$ 402 milhões, alta de 2% no comparativo com o mesmo período do ano anterior, ou aumento de 4% excluindo impactos da moeda. Dentro das regiões geográficas, a receita na América do Norte foi de US$ 233 milhões e representou queda de 1%, uma vez que o crescimento da receita de processamento foi mais do que compensada pela queda na receita de cartões personalizados.

As contas de cartão GFS na América do Norte cresceram 6% anualmente. A receita da EMEA foi de US$ 110 milhões, aumento de 2%, ou alta de 10% excluindo impactos cambiais, impulsionado principalmente por crescimento interno e novos negócios principalmente no Reino Unido. A receita da América Latina foi de US$ 34 milhões, crescimento de 10%, ou aumento de 14% excluindo os impactos cambiais, impulsionados pelo crescimento na Argentina e na Colômbia. A receita da APAC foi de US$ 25 milhões, alta de 25%, ou acima de 24%, excluindo impactos cambiais, principalmente impulsionado pelo crescimento na Austrália.

As despesas do segmento GFS no segundo trimestre de 2017 foram de US$ 235 milhões, 2% acima em comparação a igual período do ano anterior, excluindo os impactos cambiais. O EBITDA do segmento GFS no segundo trimestre de 2017 foi de US$ 167 milhões, aumento de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior, ou até 7%, excluindo impactos cambiais. A margem EBITDA do segmento melhorou 100 pontos base para 41,5% no trimestre.

Network & Security Solutions (NSS)

A receita do segmento NSS no segundo trimestre de 2017 foi de US$ 381 milhões, aumento de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita da Stored Value cresceu dois-dígitos, a receita da área de Segurança e Fraude cresceu um dígito, enquanto a receita de EFT ficou inalterada.

As despesas do segmento NSS do segundo trimestre de 2017 foram de US$ 201 milhões, aumento de 1% em relação ao mesmo período do ano anterior. O EBITDA do segmento NSS no segundo trimestre de 2017 foi de US$ 180 milhões, elevação de 8% em relação a igual período do ano anterior. A margem EBITDA do segmento melhorou 180 pontos base para 47,2% no trimestre.

Cash flow

No segundo trimestre de 2017, o fluxo de caixa operacional foi de US$ 580 milhões, aumento de US$ 58 milhões em comparação com os US$ 522 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. O fluxo de caixa livre - definido pela companhia como fluxo de caixa operacional, menos as despesas de capital, distribuições para participações minoritárias e outros - foi de US$ 448 milhões no trimestre atual, aumento de US$ 140 milhões em comparação com os US$ 308 milhões no período anterior, principalmente pelo pagamento de juros menores e melhora nos resultados operacionais.

Capital Structure

Os empréstimos totais em 30 de junho de 2017 foram reduzidos para US$ 18,3 bilhões, de US$ 18,5 bilhões em 31 de dezembro de 2016. A dívida líquida em 30 de junho de 2017 diminuiu US$ 304 milhões para US$ 17,9 bilhões, de US$ 18,2 bilhões em 31 de dezembro de 2016.

Conforme divulgado anteriormente, em abril de 2017, a Companhia fechou em um novo empréstimo de US$ 4,2 bilhões com uma taxa de juros LIBOR mais 250 pontos base com vencimento em abril de 2024. O novo empréstimo foi utilizado para resgatar outro empréstimo de US$ 4,2 bilhões a uma taxa de juros LIBOR mais 300 pontos base com vencimento em março de 2021.

Em junho de 2017, a Companhia fechou em um novo empréstimo de US$ 3,8 bilhões com uma taxa de juros LIBOR acrescida de 225 pontos base com vencimento em julho de 2022. O novo empréstimo foi utilizado para resgatar US$ 3,8 bilhões em empréstimos denominados em US dólares e em euros com taxas de juros que variam de LIBOR mais 300 pontos base para LIBOR mais 325 pontos base.

Em 28 de junho de 2017, a Companhia firmou um aditivo ao Acordo de Financiamento de Recebíveis. A alteração aumentou a capacidade de empréstimo do instrumento financeiro de US$ 240 milhões para US$ 600 milhões, reduziu a taxa de juros de LIBOR mais 200 pontos base para LIBOR mais 150 pontos base e prorrogou a data de término de janeiro de 2019 para junho de 2020.

A economia de juros anualizada gerada através das transações acima é de aproximadamente US$ 50 milhões.

CardConnect Acquisition

Conforme divulgado anteriormente, em 6 de julho de 2017, a Companhia anunciou a conclusão bem-sucedida da oferta pública da First Data para comprar as ações ordinárias em circulação da CardConnect Corp. Os resultados da CardConnect serão consolidados no balanço do negócio de GBS da First Data em 6 de julho de 2017.

Desinvestimento

Em 25 de julho de 2017, a First Data entrou em um acordo para alienar todos os seus negócios nos países bálticos (Lituânia, Letônia e Estônia) por 73 milhões de euros (aproximadamente US$ 85 milhões). O negócio deverá ser fechado no terceiro trimestre de 2017 e foram reportados no segmento GFS.

Inovação

A First Data continua a investir em inovação para se diferenciar como líder em soluções para o comércio. Abaixo estão exemplos de soluções inovadoras que a empresa introduziu durante o segundo trimestre:

  • Clover Flex - A adição mais recente da First Data à família Clover pode ser usada como um dispositivo portátil ou sobre o balcão. Clover Flex está totalmente integrado na plataforma Clover e aceita as entradas PIN, NFC, tarja magnética, EMV e cartões presente eletrônicos. O Flex é perfeito para o comerciante que oferece serviços com objetivo de levar a experiência de pagamento ao cliente. 
  • Local Payments - A nova solução de pagamentos on-line da First Data que alimenta o comércio global em todo o mundo. Local Payments permite que os comerciantes gerenciem até 195 opções de pagamento locais on-line por meio de uma única interface.
  • Global PFAC – Solução da First Data que permite a um facilitador de pagamento alcançar a escala global por meio de uma única interface de integração. O Global PFAC possibilita que os facilitadores de pagamento autorizem facilmente transações em mais de 150 moedas em todo o mundo, e se combinem em 17 moedas, além de fornecer uma robusta gama de outros serviços.
  • Business Activity Monitor: a nova solução de monitoramento operacional da First Data para clientes emissores que permite às instituições financeiras acessarem e monitorar a atividade de transações de seus clientes, além de acompanhar a saúde operacional de suas carteiras em tempo real.
  • Fraud Detect: a solução abrangente mais recente da First Data para ajudar os comerciantes de todo o mundo a detectar atividades fraudulentas. O Fraud Detect usa inteligência artificial e machine learning, pontuação de fraude, inteligência de segurança cibernética e informações da dark web para ajudar os comerciantes a detectar fraudes em lojas, em transações nas bombas de combustíveis, online, móveis e aplicativos antes que elas ocorram.

Medidas não-USGAAP

Para complementar as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia apresentadas de acordo com os princípios contábeis geralmente aceitos, ou USGAAP, a empresa usa medidas não-USGAAP de determinado desempenho financeiro. Essas medidas não-USGAAP incluem receita total do segmento, despesa total do segmento, EBITDA do segmento total, margem EBITDA do segmento total, lucro líquido ajustado, lucro líquido ajustado por ação diluída, fluxo de caixa livre e dívida líquida.

A empresa incluiu medidas não-USGAAP porque a administração acredita que elas ajudam a facilitar as comparações dos resultados operacionais da empresa entre os períodos. A empresa acredita que as medidas não-USGAAP fornecem informações úteis tanto para a administração como para os usuários de nossas demonstrações financeiras, excluindo certas despesas, ganhos e perdas que podem não ser indicativos de seus principais resultados operacionais e perspectivas de negócios.

Ao divulgar as comparações ano a ano, a empresa optou por apresentar medidas não- USGAAP porque acredita que essas fornecem aos usuários de nossas demonstrações financeiras uma base consistente para revisar o desempenho da empresa em diferentes períodos. Essas medidas não-USGAAP não estão em conformidade com uma alternativa para medidas preparadas de acordo com USGAAP e podem ser diferentes das medidas não-USGAAP usadas por outras empresas. Além disso, essas medidas não- USGAAP não se baseiam em nenhum conjunto abrangente de regras ou princípios contábeis. 

As medidas não-USGAAP têm limitações porque não refletem todos os valores associados aos resultados da empresa, conforme determinado de acordo com os USGAAP. Essas medidas só devem ser usadas para avaliar os resultados das operações da empresa em conjunto com as medidas USGAAP correspondentes. A reconciliação com a medida USGAAP mais diretamente comparável de todas as medidas não- USGAAP pode ser encontrada nas tabelas incluídas neste comunicado de imprensa. A empresa exclui certos itens e outros ajustes da receita total do segmento, despesa total do segmento, EBITDA do segmento total, margem EBITDA do segmento total, lucro líquido ajustado e lucro líquido ajustado por ação diluída. Consulte as reconciliações para obter uma lista completa de itens excluídos de medidas não-USGAAP. 

O lucro líquido ajustado é uma medida financeira não-USGAAP usada pela administração que fornece informações adicionais sobre o desempenho. O lucro líquido ajustado exclui a amortização de intangíveis relacionados à aquisição, a remuneração baseada em ações, os custos de reestruturação e outros itens que afetam a comparabilidade e, portanto, fornece uma compreensão mais completa do desempenho operacional contínuo. A Administração acredita que a apresentação do lucro líquido ajustado fornece aos usuários de nossas demonstrações financeiras uma maior transparência nos resultados contínuos das operações, permitindo-lhes comparar melhor os resultados de um período a outro.

A empresa usa fluxo de caixa livre, uma medida não-USGAAP. O fluxo de caixa livre é definido como o fluxo de caixa utilizado/proporcionado pelas atividades operacionais menos as despesas de capital, distribuições para participação minoritária e outros. A empresa considera que o fluxo de caixa livre é uma medida de liquidez que fornece informações úteis à administração e aos usuários de nossas demonstrações financeiras sobre o valor do caixa gerado pelo negócio, que pode ser usado, entre outras coisas, para reduzir a dívida pendente.

A empresa também usa dívida líquida, uma medida não-USGAAP. A dívida líquida é definida como empréstimos totais em longo prazo mais a curto e longo prazo de empréstimos, com valor nominal, excluindo linhas de crédito usadas para fins de liquidação, menos caixa e equivalentes de caixa. A empresa acredita que a dívida líquida fornece informações adicionais sobre seu nível e gerenciamento de alavancagem.

Determinadas medidas de receita neste lançamento são apresentadas excluindo o impacto estimado das mudanças na moeda estrangeira (moeda constante). Para apresentar esta informação, os resultados mensais no período atual para as entidades que informam em moedas diferentes dos dólares dos Estados Unidos são convertidos para dólares norte-americanos às taxas de câmbio médias vigentes durante o mês correspondente do ano fiscal anterior, em vez da troca média real taxas vigentes durante

o exercício fiscal atual. Uma vez traduzido, cada mês do período é adicionado em conjunto para calcular os resultados do período atual da moeda atual. A empresa acredita que o crescimento da receita é uma indicação chave de como a First Data está progredindo de um período a outro e a medida financeira não-USGAAP constante é útil para investidores, credores e outros credores porque essa informação permite medir o impacto das flutuações cambiais da receita da empresa de período em período.

Sobre a First Data

A First Data é a líder global em tecnologias e soluções para meios de pagamento, atendendo aproximadamente seis milhões de estabelecimentos e 4 mil instituições financeiras em mais de 100 países. Seus cerca de 24 mil associados estão dedicados a ajudar empresas - desde start-ups até as maiores corporações do mundo - a conduzirem o dia a dia do comércio. A First Data garante o processamento e a segurança de mais de 2.800 transações por segundo que contabilizam US$ 2,2 trilhões por ano, o que contribui para o desenvolvimento das economias onde atua. 

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